Edições anteriores

2017

Capa da revista

v. 20, n. 2 (2017): junho

"Festa de São João com guirlanda”, Anita Malfatti, circa década de 1940, 50 X 61cm.
Capa da revista

v. 20, n. 1 (2017): março

AFINAL...É CARNAVAL!

Fotos do carnaval do Rio de Janeiro (Cordão do Boitatá em frente ao Paço Imperial/Centro), de Olinda (frevo no Centro Histórico), de Salvador (trio elétrico no Farol da Barra) e de Ouro Preto (Praça Tiradentes)

 

Créditos:

 

Rio de Janeiro

Foto de Tata Barreto-Riotur

Disponível em: https://paniscumovum.blogspot.com.br/2015/02/rio-carnaval-visual.html

 

Olinda

Disponível em http://www.guiadasemana.com.br/turismo/noticia/hinos-e-frevos-do-carnaval-de-olinda

 

Salvador

Disponível em http://www.decolar.com/blog/eventos/carnaval-de-salvador

 

Ouro Preto

Disponível em http://www.carnavaldeouropreto.com.br/


2016

Capa da revista

v. 19, n. 3 (2016): setembro

Pira Olímpica acessa no Boulevard Olímpico, tendo a Candelária ao fundo (Rio de Janeiro, 2016).
Fonte: https://socialfeed.info/o-boulevard-olimpico-e-o-muro-do-eduardo-kobra-maior-grafite-do-2480947

Capa da revista

v. 19, n. 2 (2016): junho

A imagem é do disco “A luta continua”. A poesia é de Eduardo Alves da Costa, não de Brecht, nem de Maiakovski, como muita gente acredita. Nesse caso, é um equívoco, não uma farsa. Farsa sabemos o que é. E estaremos atentos para denunciar. E para seguir na luta.

NO CAMINHO, COM MAIAKÓVSKI
Eduardo Alves da Costa
(poema equivocadamente atribuído a Brecht)

Assim como a criança
humildemente afaga
a imagem do herói,
assim me aproximo de ti, Maiakósvki.
Não importa o que me possa acontecer
por andar ombro a ombro
com um poeta soviético.
Lendo teus versos,
aprendi a ter coragem.

Tu sabes,
conheces melhor do que eu
a velha história.
Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho e nossa casa,
rouba-nos a luz e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.

Nos dias que correm
a ninguém é dado
repousar a cabeça
alheia ao terror.
Os humildes baixam a cerviz:
e nós, que não temos pacto algum
com os senhores do mundo,
por temor nos calamos.
No silêncio de meu quarto
a ousadia me afogueia as faces
e eu fantasio um levante;
mas amanhã,
diante do juiz,
talvez meus lábios
calem a verdade
como um foco de germes
capaz de me destruir.

Olho ao redor
e o que vejo
e acabo por repetir
são mentiras.
Mal sabe a criança dizer mãe
e a propaganda lhe destrói a consciência.
A mim, quase me arrastam
pela gola do paletó
à porta do templo
e me pedem que aguarde
até que a Democracia
se digne aparecer no balcão.
Mas eu sei,
porque não estou amedrontado
a ponto de cegar, que ela tem uma espada
a lhe espetar as costelas
e o riso que nos mostra
é uma tênue cortina
lançada sobre os arsenais.

Vamos ao campo
e não os vemos ao nosso lado,
no plantio.
Mas no tempo da colheita
lá estão
e acabam por nos roubar
até o último grão de trigo.
Dizem-nos que de nós emana o poder
mas sempre o temos contra nós.
Dizem-nos que é preciso
defender nossos lares,
mas se nos rebelamos contra a opressão
é sobre nós que marcham os soldados.

E por temor eu me calo.
Por temor, aceito a condição
de falso democrata
e rotulo meus gestos
com a palavra liberdade,
procurando, num sorriso,
esconder minha dor
diante de meus superiores.
Mas dentro de mim,
com a potência de um milhão de vozes,
o coração grita - MENTIRA!

Capa da revista

v. 19, n. 1 (2016): março

Essa foto do acervo da Getty Imagens – disponibilizada no sitio Rio para sempre (http://rioparasempre.nafoto.net/photo20160207231432.html) – mostra-nos um flagrante do carnaval de 1951. Com essa imagem, despedimo-nos das festas momescas e desejamos a todos um feliz ano novo!

2015

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v. 18, n. 4 (2015): dezembro

* Montagem com imagens de carnaval de Mariana (disponível em http://culturaciliar.blogspot.com.br), de recente tragédia nas redondezas da cidade (www.expressodeminas.com.br) e máscaras do ator, um dos mais conhecidos símbolos do teatro (https://meucinemainventado.wordpress.com)
Capa da revista

v. 18, n. 2 (2015): junho

Pieter Brueghel, o jovem
The Kermesse of Saint George
1628
Oil sobre madeira
117 x 176 cm
Coleção privada

 

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v. 18, n. 1 (2015): março

A conformação de atividades de lazer têm relação direta com a adesão a discursos de civilização e progresso (ainda que tenha muitas peculiaridades a forma que isso se deu nas mais distintas localidades). Não surpreende, assim, que as áreas centrais das cidades tenham mais rapidamente estruturado um mercado ao redor dos entretenimentos. Todavia, nas áreas mais periféricas, também se estruturaram as mais distintas diversões. Esse é o caso da União Ciclística de Campo Grande, uma das mais importantes agremiações dedicadas ao ciclismo a se organizar no Rio de Janeiro (manteve-se ativa nas décadas de 1930-1950). O reconhecimento de sua existência e vigor chama-nos a atenção para a necessidade de compreender de forma mais ampla a dimensão espacial dos divertimentos.

2014

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v. 17, n. 4 (2014): dezembro

Haddon Sundblom (autor)
Primeiro anúncio/campanha de Natal da Coca-Cola (1931)
Fotografia reproduzida de Haendel Dantas (Comunicadores-Info)
Disponível em: http://comunicadores.info/2008/12/15/coca-cola-christmas-ads-propagandas-antigas/

 

Capa da revista

v. 17, n. 3 (2014): setembro

Guinle, Jorge.
Nos Confins da Cidade Muda (Homenagem a Man Ray) , 1984
Óleo sobre tela
190,5 x 260 cm
Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM RJ
Reprodução fotográfica Vicente de Mello
Disponível em: Enciclopédia Itaú Cultural/Artes Visuais














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