“Contextualismo Linguístico” e “História Conceitual”: aproximando duas abordagens para o estudo das linguagens políticas e dos conceitos

Rogério Barreto Santana

Resumo


A partir do final da década de 1960, a História testemunhou uma verdadeira “virada” no que diz respeito aos estudos tradicionalmente conhecidos como História das Ideias. Nesse cenário de renovação do campo da História Política, dois historiadores se destacaram - Quentin Skinner (1940-) e Reinhart Koselleck (1923-2006) - por suas respectivas abordagens de tradição anglófona e germana: “Contextualismo Linguístico” e “História Conceitual”. Não obstante as diferenças teórico-metodológicas presentes em ambos os projetos historiográficos, este artigo tem como objetivo central realizar uma análise baseada na justaposição das duas viradas discursivas: a linguística e a hermenêutica. Nossa hipótese é que tanto a primeira quanto a segunda podem ser de grande relevância para um exame que leve em consideração não apenas a linguagem política dos agentes, mas também os usos de determinados conceitos e suas transformações ao longo do tempo.

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